Uma realidade irreal ou uma irrealidade real?

Abril 8, 2008

Começa a ser notório que a avaliação que espera os professores nada terá a ver com o DR 2/2008, Para o governo, é fundamental a imagem que passa para a opinião pública e uma imagem vitoriosa da ministra de educação é um enorme sinal político de justeza e de determinação.

A equipa ministerial quer uma avaliação que seja uma realidade irreal, enquanto os professores acham que a avaliação será uma irrealidade real.

A senhora ministra quer uma classificação, mais nada. Que ela seja a tradução fiel de uma realidade, está-se nas tintas. Ponham lá a classificação nos professores que têm que ser avaliados, não interessa como ela é obtida. Escolas, resolvam lá o problema. Sabemos mesmo que a avaliação está a avançar em todas as escolas. Até na minha! Não dou conta dela,

A fachada exterior do processo é aquilo que se publica no DR, na página da DGRHE, no discurso da equipa, na TV, etc. Isto é para consumo da opinião público. O que importa é a face dura da equipa, os sindicatos a clamarem que assim não vale a pena negociar , é a classe docente desdobrar-se em protestos ineficazes Esse é o ambiente desejado pelo ME para consumo externo. Um grande sentido de responsabilidade de estado, a imagem de um Super-Complex

Para dentro das escolas, o desenrascanço é a a palavra de ordem, procurar que alguma documento seja produzido e muita esperança de que ninguém faça ondas. Para as escolas é um super-simplex. Processos simplificados, tudo Bom, quem tiver uma classificação menos boa agora, tem possibilidades de uma rectificação no próximo ano. Só assim se compreende a capitulação dos Conselhos Executivos

Neste momento, tenho dúvidas acerca da parte (ME – professores) que tem um problema para resolver. Inclino-me que seja o ME.


Petiçao – MRL, demita-se

Abril 5, 2008

Embora não acredite que a mudança de nome resolva os problemas que se colocam no quotidiano da educação, estou convicto que Maria de Lurdes Rodrigues não tem condições para continuar. Por isso assinei a petição em http://www.petitiononline.com/demissao/petition.html que corre online. Quando se perde a confiança entre duas pessoas, por muito boas que se achem e sendo públicos, notórios e sustentados os sinais de falta de diálogo, o melhor é o divórcio.

Desejo felicidades à Doutora Maria de Lurdes Rodrigues, futura ex-ministra da educação, nas suas novas funções. Sei lá, talvez arranje a sua Mota-Engil ou o seu Banco não sei quantos. Teve algumas muito boas ideias, foi doentiamente obstinada, mas JCristo era o filho de deus e os judeus trataram-lhe da saúde.


A única pessoa lúcida, na opinião de MLR, é Maria de Lurdes de Rodrigues.

Março 24, 2008

 

O Fim do Mundo, quem disse?

Maria de Lurdes Rodrigues ouvida por um nano-insecto do ministro Gago, durante uma conversa com os seus botões (mais ninguém a ouve)

 

Uma pessoa, será não pode governar este mar de gente imberbe, inculta, que não sabe o que é bom para elas?

Eles não me ouvem, não sabem ler os meus papéis!

Na vez de irem para a manifestação deviam ficar a ler em casa.

Logo 100 mil.

Bastava terem ido aí uns 20, um por cada associação, chegavam. Os outros muitos, 199 980, que ficassem a ler, que fizessem as contas dos progressos dos seus alunos.

Ir agora para a manifestação…

Foi só uma perda de tempo.

Era o que faltava, eu, Ministra da Nação, com letra grande , sim, não saber o que ando a fazer.

Era mesmo o que faltava.

O meu primeiro (o ministro) que anda tão calado sobre isto, também deixa antever o Fim do Mundo, a minha saída, o malandro.

Será que ele vai concluir que o que é bom para os portugueses é aquilo que o Mario (o Nogueira) diz e não o que eu, ministra, acho que é o óptimo para a nação?

Não, de todo, ainda há poucos dias (com ou sem h? oh, a falar não interessa) ele esteve sorridente, só, comigo. no Porto. Não pode estar a maquinar a forma de eu sair.

Ele ouvirá as minhas razões, a bem da nação.

E, era o que faltava, que a minha razão não contasse.

Mesmo o Miguel (o Tavares o que nem rico nem pobre, aquele que  fuma que se farta e se acha vilipendiado dos seus nobres direitos por não o deixarem fumar na missa, gostei daquela dos inúteis mais bem pagos do pkaneta), o Emídio ( que rangendo os dentes contra os hooligans deve tê-los agora, os dentes, partidos com as respontas que levou) e outros meus amigos começam a perder o estrelejar da razão, Valha-me o apoio do amigo Albino, branco de ideias até Almeida, que sempre vai defendo a dama, sim, eu sou a primeira dama, afinal a esposa de Sócrates nunca aparece (às tantas não tem), a primeira dama a aparecer sou mesmo eu.  A Maria de Cavaco não conta.

Era o que faltava eu não ter razão, eu, afinal, primeira dama.

Já não tenho qualquer dúvida.

Já não é o fim do Mundo, eu o salvarei,

Por isso não vou embora.

Quiseram,

uns comparar-me a Camacho, sobretudo os blogers, essses que se tivessem que escrever à mão (com h?, a falar não importa), não escreveriam tanto, dava muito trabalho,

outros querem comparar-me com o P. Tranquilo Bento que dizem que não tem coletes para aquele balneário.

Comparações tolas,

Eu aguento com 100 000 (fora os ameaços).

(quantos são , quantos são?… não era isto que o major das caravelas dizia?)

Eu sei que o que é bom para eles.

Era o faltava ceder agora.

Eles, que até vão ter uma avaliação mais porreira que os outros fp’s, não me querem?

Só podem estar doentes, coitadinhos dos meus meninos. Só quero o melhor para eles.

Eu sei o que é bom para a nação.

Agora com esta é que eu não contava.

O Mário (o Crespo), só pode andar a ver muitos videos para achar que a atitude sensata é a minha demissão.

Que esta é a minha ponte.

A ser influenciado pelo Marcelo. Só pode! Pensava eu que ele, o Mário, era maior.

Anda tudo a ficar insane.

Era o que faltava que eu não salvasse o mundo do fim do mundo.

Não me chame eu Maria de Lurdes de Rodrigues.

O meu 1755, a minha ponte,jamais ou jamé, desculpa Mário (ó Lino), tu me compreendes.

TRIM…TRIM

FIM DE LINHA.

PRÓXIMO!