- Este modelo de avaliação afoga o trabalho mais importante das escolas: aulas bem preparadas para que os alunos cresçam.
- Este modelo trucida-me responsabilizando-me pelo abandono escolar e pelo insucesso, factores que não me podem ser imputados de modo unívoco e a apostando em capatazes da avaliação porventura afastados do meu trabalho;
- O ambiente criado por este modelo entre professores é destrutivo das relações necessárias ao bom desempenho.
- A divisão economicista da carreira de professores, divisão sem qualquer critério de competência ou mérito reais;
- O meu protesto pelas condições de aposentação. No dia anterior à publicação da lei que altera a aposentação faltavam-me três anos para a reforma. Passaram a faltar-me 10.
- A falta de apoio efectivo à autoridade do professor. Não é enxovalhando o professor que se reforça a sua autoridade, ainda que me passem a mão pelo pêlo, atribuindo-me parte dos louros do sucesso do governo.
- Contra o sucesso escolar da estatística, a favor da educação e saber reais. O facilitismo é um balde de trampa em cima do meu trabalho e de muitos dos meus alunos;
- A prepotência desta equipa governamental e a sua desonestidade intelectual
- Dizer aos sindicatos que professores não são dirigentes sindicais. Os professores sabem o que se passa nas escolas. A maior parte dos sindicalistas não. Se soubessem, não aceitariam a pesporrência do ME.
- Quero gritar: deixem-me respirar.
Provavelmente arranjarei mais, muitas dezenas de razões.
O que ganharei se ficar em casa no dia 15 de Novembro? Nada.
O que ganhei em 8 de Março? Muito. Posso acreditar que se em Março fomos 100 mil, em Novembro seremos, pelo menos, 110 mil, contando com os colegas que foram empurrados borda fora através da aposentação penalizada.
Outubro 20, 2008 ás 12:10 am |
E a lista continua …
No dia 15 de Novembro, a Lisboa!
Outubro 23, 2008 ás 12:40 am |
Ainda bem que voltou.
E a lista continuuuuua.
Até 15, em Lisboa.